O Brasil ainda está construindo o acesso universal a água tratada e a energia confiável. É nessa frente que a Etesco atua desde 1956. Uma empresa genuinamente brasileira que estruturou sua trajetória em duas frentes que se completam: infraestrutura hídrica e operações de óleo e gás.
A Etesco é fundada em São Paulo. Genuinamente brasileira desde o primeiro dia, torna-se ao longo das décadas seguintes uma das empreiteiras mais tradicionais do país.
Início das operações de perfuração terrestre, marcando a entrada da Etesco no mercado de óleo e gás.
A operação avança para o mar, com sondas de posicionamento dinâmico e plataformas semissubmersíveis, e para fora do Brasil, com projetos em oito países: Estados Unidos, Holanda, China, Coreia do Sul, Cingapura, Costa Rica, Paraguai e Nigéria.
Entram em operação a FPSO Cidade do Rio de Janeiro, com capacidade de produção de 100 mil barris de óleo por dia, e a FSO Cidade de Macaé, com capacidade para armazenar 2,2 milhões de barris.
O Flotel Etesco Millennium passa a operar para a Petrobras, acomodando até 270 pessoas em suporte a operações offshore.
Uma nova geração de sondas de posicionamento dinâmico dá sequência a essa trajetória: Peregrine I, Aban Abraham e o atual Etesco Takatsugu J, capaz de operar em lâmina d'água de 3.000 metros.
A frente de infraestrutura hídrica aplica o método Shield em projeto de instalação de redes, reforçando a atuação técnica da Etesco também fora do mar.
Contratos de gerenciamento de redes de água atendem mais de dois milhões de pessoas, enquanto a operação offshore segue ativa com perfuração e descomissionamento de poços.
Atuar em infraestrutura crítica exige mais do que capacidade técnica. Exige um compromisso declarado com o que se constrói, e com o impacto que isso gera para quem depende dessa infraestrutura todos os dias.
Atuar nos mercados de infraestrutura e tecnologia, investindo em inovação, segurança e sustentabilidade, de modo a inserir suas atividades no âmbito da economia circular.
A economia circular pautará o desafio das futuras gerações, com ênfase no desenvolvimento tecnológico e ações práticas de sustentabilidade e conservação da biodiversidade, que irão integrar os negócios das empresas de sucesso nesta década.
Essa missão orienta escolhas técnicas concretas: metodologias como o MND e o PipeBursting, que substituem redes sem abrir valas e sem interromper o funcionamento das cidades, e uma gestão de perdas de água que evita o desperdício de um recurso já tratado.
É o último valor, confiança nas pessoas e parceiros, que sustenta relações de décadas com operadoras como Sabesp, Petrobras e Sanepar. Parcerias que se constroem ao longo de uma trajetória, não de um único contrato.
Muito antes do termo economia circular ganhar espaço no debate público, o trabalho de reduzir perdas de água e recuperar redes existentes já operava sob essa lógica: tratar a água não como algo que se usa e descarta, mas como um recurso que se recupera e mantém em circulação.
É esse raciocínio que sustenta a missão declarada da Etesco. Inserir as atividades da empresa no âmbito da economia circular não é uma meta abstrata. É a extensão natural de um trabalho já realizado há décadas em controle de perdas, recuperação de infraestrutura e gestão responsável de recursos hídricos.
Genuinamente brasileira desde 1956.
70 anos construindo o Brasil que funciona.